7/10/2010
A carta que jamais te enviarei
Não importa para você, eu acho.
Mas se ficas em silêncio, concluo assim.
Sinto a tua falta, será que sentes a minha?
Eu sem ti e sin ti indo, continuo.
Difícil romper com o passado e
tudo que significou para mim.
E daí? diz uma parte de mim
A outra questiona o porquê
de não ser...
Laços difíceis de se quebrar.
Dói, dói, dói...
As lágrimas, antigas companheiras
aliviam a minha dor e dizem que
de alguma forma o tempo vai se encarregar.
Se encarregar de curar e equilibrar.
Saudade do que nunca foi, mas eterno será.
Ou seria?
Incerteza de um querer ter sido e um
medo de amar
de arriscar
de não controlar
de me entregar
a um sentimento que teve sem nunca ter tido,
mas por quê ter, se não terá, não será
Medo, Medo, Medo...
Talvez de um sim
de um "vamos encarar"
de um "venha pra cá, sei lá"
Ahh...Queria ter o poder
de ler teu pensamento e naturalmente
me juntar a você...
Mas acho que ni yo ni usted
formaremos un nosotros
E a vida continua...
Às vezes com porquês..
Muitas vezes sem você
E cada vez mais raras
as lágrimas que passam de indispensáveis
a aliviadoras ocasionais quando algo me faz lembrar você
Que foi, é e sempre será alguém especial.
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2 comentários:
Amei. Teu blog ta lindo, suave, romantico. E esta carta hem? tem trechos que tocam em meu momento. kkkkk.
Ai, fico feliz Janett. Bjo e tenhas uma ótima semana!
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